O que Galinhos compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Galinhos compraram US$ 862,5 mil de outros países. É 580% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 126,8 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 60 cidades de Rio Grande do Norte que importaram, Galinhos ficou em 17º lugar. No Brasil, em 1.325º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Sal e cloreto de sódio puro, mesmo em solução aquosa ou adicionados…34.920 toneladasUS$ 862,5 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChileUS$ 862,5 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 154,2 mil
- 2023US$ 167,4 mil
- 2024US$ 828,6 mil
- 2025US$ 109,8 mil
- 2026 (até setembro)US$ 862,5 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Galinhos
Quanto Galinhos importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Galinhos (RN) compraram US$ 862,5 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Galinhos mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Sal e cloreto de sódio puro, mesmo em solução aquosa ou adicionados… (100%).
De quais países Galinhos mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Chile (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.